sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Aida

vai estar cá em Abril

Lisboa - Coliseu dos recreios - 2,3 e 4 de Abril
Porto - Coliseu - 7 e 8 de Abril
Faro - Teatro Municipal de Faro - 10 e 11 de Abril
Braga - Teatro Circo 21 de Abril

Sinopse

Aida é uma opera em 4 actos composta por Giuseppie Verdi e com Libreto de António Ghislazoni
A acção tem lugar no egipto antigo
Personagens:
Aida - Escrava Etíope
Radamés - Capitão das Guardas
Amneris - Filha do Faraó
Amonasro – Rei da Etiópia pai de Aida
Ramfis - Sumo Sacerdote
Faraó – Pai de Amneris

Acto I. Sena I.
Os etiopes estão prontos para atacar o vale do Nilo e Tebas. Ramfis, o Sumo-sacerdote, diz a Radamés, o jovem capitão das guardas, que os deuses já indicaram o guerreiro que comandará o exército egípcio contra os invasores. Radames secretamente acalenta a esperança de ser o escolhido para que a glória o cubra.
Se quel guerrier io fossi!
Se il mio sogno si avverasse!
Un esercito di prodi da me guidato
E la vittoria e il plauso di Menfi tutta!
E a te, mia dolce Aïda,
Tornar di lauri cinto
Dirti: per te ho pugnato,
Per te ho vinto!
Celeste Aïda, forma divina,
Mistico serto di luce e fior,
Del mio pensiero tu sei regina,
Tu di mia vita sei lo splendor.
Il tuo bel cielo vorrei ridarti,
Le dolci brezze del patrio suol
Un regal serto sul crin posarti,
Ergerti un trono vicino al sol,

A Filha do faraó, Amneris chega, auxiliada por uma moça, quem, Amneris apaixonada por Radames, suspeita ser o amor de Radames. Consegue contudo esconder o seu ciúme aparentando bons sentimentos para com a sua escrava Aida. O Faraó, escoltado pela sua corte, chega e anuncia que radamés foi efectivamente o escolhido para conduzir as tropas. Aida é colocada entre o seu amor por Radames e a sua lealdade para com o pai e o seu Povo
(Ah! -no, sulla mia pátria
Non geme il cor soltanto;
Quello ch'io verso è pianto
Di sverturato amor!)
Acto I. Sena II.
No templo de Vulcano são feitas as cerimónias propiciatórias e prestadas as orações, Radames recebe de Ramfis a espada sagrada.

Acto II. Sena I.
Para que Aida revele os seus verdadeiros sentimentos, Amneris, falsamente, anuncia-lhe a morte de Radames. A escrava não consegue conter o choro do desespero. Amneris, então certa de que Aida é sua rival, revela a decepção e promete-lhe vingança.
Acto II. Sena II.



Radames derrotou os Etiopes e chega em parada triunfal para se apresentar ao Faraó. Radames, coroado por Amneris, intercede a favor dos prisioneiros, entre os quais se encontra Amonasro, pai de Aida. O Faraó acede, mas depois, face aos protestos dos sacerdotes, decide que Aida e o seu pai serão mantidos como prisioneiros.

Acto III.
Radames não pode recusar o casamento com a filha do Faraó. Amneris na véspera do casamento, vai ao templo de Isis orar. Entretanto, Amonasro tendo descoberto o amor entre a sua filha e Radames, ordena a Aida que pergunte a Radames qual o caminho que o exército egípcio irá tomar para que os etíopes revoltosos lhe façam uma emboscada. Escuta, escondido, a conversa entre os dois amantes na qual Radames revela a Aida que o exército egípcio atacará os Etíopes em Napat. Amonastro, exultante, sai do seu esconderijo. Radamés fica agastado, percebendo que traiu o seu país sem querer. Chega Amneris com Ramfis. Amonastro move-se para a atacar Amneris mas Radames protege-a e entrega-se ao Sumo Sacerdote expiando assim a sua traição.



Acto IV. Sena I. Amneris, ainda apaixonada por Radames, vai até à prisão ter com ele e implora-lhe para desistir de Aida, en troca do que o salvaria. Radames, incapaz de viver sem a suia bem amada Aida, tenciona pagar pelo seu crime. Conduzido ao Tribunal dos sacerdotes é condenado a ser enterrado vivo.

Acto IV. Sena II. A cena é dupla: - A parte de cima do palco representa o interior do templo de Vulcano; - A parte de baixo representa a cripta que será a Tumba de Radamés.. O Jóvem é levado ao seu último lugar de repouso e uma pedra é carregada para encerrar a entrada quando subitamente Aida aparece. Tinha-se escondido na Cripta para permanecer com o seu amado para a eternidade. Serenamente aguardam juntos a sua morte cruel enquanto Amneris chora a sua amargura no Templo.

1 comentário:

Anabela disse...

Enterrar Vivo o Amor...
Como te compreendo Ghislazoni