segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Pomba branca

Uma homenagem à Madeira; -Maximiano de Sousa ou simplesmente max



A serenidade de Max torna este poema impossível de ser cantado por outra pessoa :)

Pomba branca pomba branca
Já perdi o teu voar
Naquela terra distante
Toda coberta pelo mar
Pomba branca pomba branca
Já perdi o teu voar
Naquela terra distante
Toda coberta pelo mar
Fui criança e andei descalço
Porque a terra me aquecia
E eram longos os meus olhos
Quando a noite adormecia
Vinham barcos dos países
Eu sorria vê-los sonhar
Traziam roupas felizes
As crianças dos países
Nesses barcos a chegar
Pomba branca pomba branca

Depois mais tarde ao perder-te
Por ruas de outras cidades
Cantei meu amor ao vento
Porque sentia saudades
Saudades do meu lugar
Do primeiro amor da vida
Desse instante aproximar
Os campos do meu lugar
À chegada e à partida
Pomba branca pomba branca.

Vasco de Lima Couto

1 comentário:

Anabela disse...

porque no te callas Carraras? :)
Eu disse que ninguém mais a devia cantar